Estamos em Dezembro, um mês frio que marca o início do inverno (pelo menos, no hemisfério norte). Nada teria de especial, e talvez até passaria despercebido se não fossem as comemorações do Natal e do fim de ano. Para muitas pessoas esta é a melhor época do ano, ideal para confraternizar com os outros e partilhar carinho e amor. É uma excelente época para perdoar e fazer balanços de tudo o que aconteceu de bom e menos bom, traçando novos objectivos para o novo ano.
A quadra natalícia corresponde aos 12 dias que se situam entre o dia de Natal e o dia 6 de Janeiro, dia de Reis. Em contraste com a figura principal do Natal religioso – Jesus, no Natal profano as crianças sonham com a lenda do Pai Natal. Nos países nórdicos, existia a tradição de uma pessoa se vestir de “Inverno” e visitar as casas próximas oferendo comida e bebidas. Também se associou esta figura a São Nicolau, um bispo turco que ajudava pobres e crianças oferecendo-lhes presentes. Por muitas transformações e metamorfoses passou a figura do Pai Natal, a que hoje conhecemos deve-se á criatividade da Coca-Cola, que por volta de 1930 desenvolveu esta figura. Um velhote de barbas brancas, gordinho, alegre e que opta pelas cores vermelho e branco, foi assim que foi criada a publicidade, e assim se manteve até á actualidade. Nalguns países, os acompanhantes do Pai Natal, ou seja, as renas, têm nomes próprios, são eles: Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donder e Blitze. Posteriormente, acrescentou-se uma outra rena de nome Rodolph, que tem a particularidade de ter um nariz vermelho que brilha, logo ela é a rena que lidera no trenó, já que consegue iluminar o caminho.
A tradição da troca de presentes, para além da lenda dos Reis Magos, vem de muitos anos atrás. Com o aparecimento e desenvolvimento da agricultura, começaram a acumular-se excedentes de comida, e assim, quando nos meses mais rigorosos do Inverno estes começavam a esgotar-se, eram feitas trocas de comida entre as tribos. E eis uma das teorias que transformou a troca de presentes num dos principais costumes das festividades do solstício de Inverno.
Fala-se muito em insucesso a Matemática, Línguas Estrangeiras, Química... enfim, disciplinas em geral. “Mas caramba, porquê este insucesso á minha disciplina?!” Colocam a si próprios esta questão os professores. Ora, devemos fazer uma profunda análise a esta questão. Fazer o levantamento de todos os pormenores e detalhes; considerar todos os factores inerentes a cada caso; determinar o passado genético recorrendo ás mais avançadas técnicas e tecnologias. Bêtise! Para quê? Para quê tudo isto?! Basta escolher uma sala (de aula, e que de preferência não esteja vazia) e descobre-se o problema. Uma pessoa completamente “descontextualizada” (e no seu perfeito juízo) ao abrir essa fantástica porta, vai loque querer procurar um sítio mais tranquilo para aprender alguma coisa (ou fazer o que quer que seja). O que pode ver essa pessoa ao abrir a tal porta?
1- Poluição sonora (que palavra melhor para definir?!). Inclui o fantástico som de 10 conversas em simultâneo (excelente jogo de concentração), riso – o melhor som (depravado – o melhor timbre); esteria (inclui felicidade e alegria); sons tecnológicos – dedos a velocidades alucinantes teclando ao mesmo tempo em 2 telemóveis, um no bolso esq. E outro no drt. ; 15 músicas diferentes em todas as orelhas (uma por pessoa, já que a outra fica atentamente a escutar a aula).
2- Animação – “everybody put your hands up”! A actividade física tem que ter lugar nalgum sítio, certo? (já que em casa no computador não dá...) Beijinhos e manifestações de carinho – vá tenho que concordar que é super querido ver pessoas ver pessoas bem juntinhas... que fofinhos! 3 – Mensagens á antiga - Ah pois os papelinhos e bilhetinhos são cada vez mais raros, e por sua vez substituídos por técnicas mais avançadas; mas os alunos esforçam-se por manter esta tradição bem viva, registado mensagens de extrema importância em pedaços cuidadosamente arrancados do caderno...Phuffff... de que vale a pena continuar?! Nada disto é novidade para ninguém...
Agora pergunto, não seria melhor se a escola não fosse obrigatória? Melhor para todos quem não quer estar a enviar mensagens num sítio muito mais confortável com uma bebida num sofazinho ; não tem que ouvir sempre as mesmas conversas sobre “já têm idade para ter juízo” ou “ antigamente não era nada assim”. Os professores andavam muito mais contentes – menos testes para corrigir - consequente diminuição do horário de trabalho a favor da drástica descida do nº de alunos. E quem prefere saborear um bom momento de silêncio, poderia sentir-se saciado. Ai... que bom é sonhar....
Por vezes é tão bom regressarmos aos nossos tempos de infância... ver os albuns antigos com fotografias que nem seguer lembrávamo-nos que tinhamos, fazer algum jogo que adorávamos em crianças, ver os desenhos que faziamos... É fantástico ter memórias para recordar anos e anos depois, melhor ainda quando essas memórias são partilhadas com as pesssoas que mais gostamos. Ser uma criança feliz, é das melhores coisas pelas quais podemos, passar, quando temos o amor e a protecção dos nossos pais, temos tempo para brincar, dormir e rir... E o mais interessante é que só depois nos apercebemos que não deviamos ter tido tanta pressa em crescer, mas sim aproveitar cada momento...
No passado dia 26 de Novembro, estreou a continuação da saga "Luz e Escuridão" - New Moon, já chegou ás salas de cinema de Portugal. Para os fãs do Crepúsculo, a passagem pelo cinema é obrigatória, e para quem ainda não o é, esta não deixa de ser uma oportunidade para conhecer este fantástico mundo dos vampiros de Stephanie Mayer.
Por vezes, ao vermos uma pessoa fazemos uma caricatura na nossa cabeça, isto é, consideramos a característica que se saliente mais em relação ao que conseguimos ver. Quando conhecemos uma pessoa bem, sabemos as suas qualidades e defeitos, medos e vitórias, tristezas e alegrias, podemos fazer uma “caricatura” mais aprofundada da pessoa em questão. Dito por poucas palavras, a caricatura resume-se a esta ideia. É um desenho de uma personagem, que exagera as suas características de uma forma humorística. Dá ênfase a gestos, vícios, hábitos, formas de ser e características de cada indivíduo.
A palavra provém do italiano caricare, que significa carregar, no sentido de exagerar ou aumentar algo em proporção. Aliás, foi na Itália que surgiram as primeiras caricaturas, com artistas que utilizavam esta arte para criticar principalmente a vida política. As características comuns da caricatura são a distorção e a utilização de poucos traços. Diz-se que uma boa caricatura pode ainda captar aspectos da personalidade de uma pessoa através do jogo com as formas
O chocolate … muitos adoram, outros…nem por isso. No entanto, parece que a maior porte da população dos maias, incas e astecas gostavam de uma boa bebida de chocolate. E até ao século XVI parece que só estes povos da América do sul e central é que conheciam este sabor, pois só a partir deste século é que os espanhóis trouxeram o cacau para a Europa onde rapidamente se difundiu. O cacau era considerado pela civilização maia uma fruta dada directamente pelos deuses aos homens, sendo utilizado como moeda. Naquela época na América latina, não se fazia do cacau o que conhecemos hoje como chocolate. Era feita uma bebida de sabor amargo com as sementes torradas e moídas, misturadas com água e pimenta.
Também na saúde o chocolate tem efeitos positivos, por exemplo no sistema circulatório servindo como antioxidante. É um alimento energético, que pode ser consumido antes de um esforço físico - claro que não se deve comer em excesso - já que é um alimento altamente calórico. Antes de submeter-se a um esforço intelectual, também há quem aconselhe ingerir uma quantidade de chocolate antes do mesmo – preferencialmente chocolates com mais de 70% de cacau, ou seja, os mais amargos… Um estudo afirma que o chocolate contém substâncias que estimulam o cérebro, a actividade intelectual e mesmo o rendimento mental. A cafeína, também presente no café, é uma das substâncias responsáveis por estes efeitos. Investigadores norte-americanos, realizaram uma experiência que consistiu em administrar uma determinada dose de chocolate apenas a metade dos indivíduos (voluntários para o estudo), poucos minutos depois, estes realizaram testes neuropsicológicos de memória, e os que tinham consumido chocolate apresentaram melhores resultados.
Factos: A produção mundial de cacau é de 2,8 milhões de toneladas por ano. A principal área de cultivo fica na África Equatorial (70% da produção). O Sudeste Asiático é a segunda zona produtora (Indonésia, 12%) e o Brasil a terceira (6%). Actualmente, o maior produtor mundial de cacau é a Costa do Marfim, com uma produção estimada em 1,3 milhões de toneladas (2003/04).
Aqui fica o conselho: antes de uma situação de stress, ou que implique o máximo rendimento intelectual, nada como ingerir uma barrita de 85 g de chocolate para aumentar as nossas “capacidades naturais”.
Cobras, aranhas, rãs e lagartos venenosos – felizmente não nos cruzamos com eles muitas vezes. Aliás, o que seria provavelmente perigoso para a nossa própria saúde. Contudo, devidamente acomodados nos seus próprios sítios numa exposição de animais vivos, ver estes misteriosos seres pode tornar-se curioso e interessante. A exposição “Veneno”, no centro de exposições do FreePort, oferece a experiência de uma observação directa dos animais venenosos vivos, incluindo painéis e apresentações informativas sobre a biologia, a fisiologia e química do veneno. O veneno é utilizado por muitos seres como arma de ataque na captura das suas presas, ou pelo contrário, como defesa contra os seus predadores. Estas substâncias tóxicas (ou venenosas) podem provocar graves alterações no estado de saúde, porém, algumas delas (em doses adequadas) têm efeitos benéficos ou medicinais. Estão em exibição 27 espécies de animais venosos vivos, dentre os quais se destacam a naja, a viúva negra, o monstro de gila e a rã-veneno-de-flecha.
A exposição decorre até ao próximo dia 10 de Janeiro, assim sendo, deixo a minha proposta para um fim-de-semana mais divertido e de aprendizagem.
Horário de abertura - Fins-de-semana /feriados / das 12h às 18h
Preço - Adulto: 3 euros /Crianças até aos 12 anos: 1 euro / Séniores com mais de 60: 1 euro
A sorte pode ser tão frágil como a capacidade de acreditarmos nela. Pode talvez, ser comparada com o vento que sopra em várias direcções podendo ainda originar-se uma tempestade. Por vezes, sopra tão suavemente que perde a denominação de “vento”, mas é basicamente o ar que se agita, por isso está sempre presente. Cabe a nós decidir se o queremos sentir. Claro que não existem pessoas que nasçam com sorte, tem a ver com o acaso – o momento ( ou talvez um conjunto de momentos ). E não se resume a encontrar uma nota perdida ou a algo parecido, mas sim a momentos de alegria e felicidade. Um sorriso, o cheiro do oceano, uma nova amizade, uma conversa agradável ou um reencontro inesperado. A sorte é como o vento, é relativa.
Setembro, o mês que marca o arranque do ano lectivo, muitos são os gastos com o novo material escolar, roupas e manuais. Uma altura de grande felicidade e alegria para os jovens. Ver novamente os seus amigos, professores favoritos, sentir o cheiro dos novos livros e cadernos por estrear… Será?! Bom, pelo menos é esta a sensação quando se vê a publicidade alusiva a este período. Hum… é caso para perguntar quando é que estas fotos foram tiradas, sim porque talvez a melhor altura para tirar as fotos para a publicidade do início das aulas seja no último dia?
Analisando “recortes” de alguns anúncios (da esquerda para a direita) vemos um rapaz num skate, que mais parece que está a começar as férias (até porque a mala está a ser tirada, a foto é que apanhou o momento em que ele ainda tinha a mala) … A Carolina Patrocínio não parece que tem idade para andar na escola, mas enfim… A expressão facial do C.R. diz tudo… ou é sofrimento por voltar á escola (apesar de já estar equipado para uma futebolada) ou é felicidade de a mesma já estar no fim… O moço da worten até está aceitável, idade escolar, uniforme jeitoso, mas s única nuance é que o que o rapaz quer mesmo é um computador, e não está muito interessado nos assuntos de “regresso as aulas”… Aqui deixo a minha sugestão para a publicidade do próximo ano lectivo, (supostamente seria deste, mas como demorai mais tempo para fazer o blog do que estava á espera…) esta sim com mais dramatismo, emoção e uma mensagem motivadora para o ano escolar.
segunda-feira, setembro 28, 2009
By Alex Milevskyy
Bom, nada como seguir a evolução dos tempos, aliás, porque não fazê-lo, quando se pode tornar divertido (ou até mesmo divertir os outros?) Informar, e ser informado – também parecem boas razões. Mas antes de me lançar neste mundo da blogosfera, convém “limar umas arestas”.
Um blog é um site da internet, diferenciando-se deste pela sua facilidade de criação e de actualização bem como pela sua interactividade com os visitantes. Os blogs oferecem uma nova maneira (se calhar já não é assim tão nova…) de publicar e compartilhar ideias na Internet sendo um eficaz meio de comunicação. De um simples diário pessoal on line, o blog transformou-se num meio de livre expressão e de confrontação de opiniões na internet. Desde Jornal íntimo, caderno de viagens, blog de fotos, blog de política, blog de actualidade, blog de jornalismo, blog profissional e blog de empresa… pode transformar-se em tudo o que o blogger desejar.
Segundo alguns estudos existem cerca de 112 milhões de blogs, e diariamente a estes juntam-se 120 mil,( assim aumento em 1 a contagem do State of Blogosphere).
“O primeiro blogger, o fundador, criou-o certamente imaginando uma comunidade virtual solitária e fraterna que discutiria pacificamente os assuntos em ambiente de saudável tertúlia. Mas enfim, o Santos-Dumont também inventou a avião para transportar pessoas e cargas para sítios inacessíveis e não esperava que os americanos lhe pusessem mísseis e depois fossem bombardear países livres e indefesos. Houve contudo uma época em que a blogosfera era um local lindo e revolucionário aprazível e solidário e amigo. Foi um tempo magnífico, durou exactamente 1 hora, o tempo que a malta demorou a perceber como é que colocava um contador de visitas.” L. Filipe Borges