Trata-se, como o nome indica, de uma pequena caixa de 2m x 1,40m x 2,30m para dormir com conforto e segurança. Oferece momentos de sono tranquilo e descanso numa cidade, sem perda de tempo à procura de um hotel. Foi idealizada para estar presente em estações de comboio, aeroportos, locais públicos centrais, entre outros locais onde possa haver aglomerações de pessoas exaustas. Em países com um clima temperado a Sleepbox poderá ser utilizada também nas ruas. Graças à Sleepbox qualquer pessoa tem a oportunidade de passar a noite em segurança e de forma barata, em caso de emergência. O espaço móvel inclui uma cama e está equipado com um sistema de mudança automática de lençóis, sistema de ventilação, alerta sonoro, televisão LCD incorporada, WiFi, plataforma para um computador portátil e phones recarregáveis. Debaixo do chão há ainda um espaço para as malas. O pagamento poderá ser feito em terminais partilhados, que dariam ao cliente uma chave electrónica, sendo possível comprar 15 minutos ou várias horas.
Tão bom é rir, significa que estamos felizes. Bom, pelo menos nunca vi ninguém triste a rir... e anedotas são um dos infindáveis métodos de deixar um sorriso na cara de um amigo. Portanto a minha mensagem é: "Faz algém rir hoje, e verás que também vais querer fazer o mesmo"!
1ª Lição de Marketing: Está numa festa e vê uma senhora muito atraente…Aproxima-se dela e sussurra: -Sou uma bomba sexual! Isto é marketing directo.
2ª Lição de marketing: Está numa festa com um grupo de amigos e vê uma senhora muito atraente …Um dos amigos aproxima-se dela e sussurra: Este senhor, aqui, é uma bomba sexual! Isto é publicidade.
3ª Lição de marketing: Está numa festa e vê uma senhora muito atraente… Aproxima-se dela e pede-lhe o seu número de telemóvel. No dia seguinte telefona-lhe e diz: -Sou uma bomba sexual! Isto é telemarketing.
4ªLição de Marketing: Está numa festa e vê uma senhora muito atraente… Reconhece-a, aproxima-se dela e refresca-lhe a memória dizendo: -Lembra-se, eu sou uma bomba sexual? Isto é CRM (Customer Relationship Management).
5ªLição de Marketing: Está numa festa e vê uma senhora muito atraente… Levanta-se, ajeita a roupa , aproxima-se dela e serve-lhe uma bebida, abre-lhe a porta e quando ela sai, apanha a carteira quando cai, oferece-lhe um cigarro e diz-lhe: -Sou uma bomba sexual! Isto são relações públicas.
6ªLição de Marketing: Está numa festa e vê uma senhora muito atraente, aproxima-se dela e diz-lhe: -Sou uma bomba sexual! – quando na realidade é tudo mentira. Isto é publicidade enganosa!
Agora uma pergunta (tótózisse) para justificar o nome do blog. Então cá vai: porque é que o nosso aniversário é celebrado quando saímos do corpo da nossa mãe, e não quando “nascemos mesmo”, quando se forma o zigoto na fecundação, afinal é a partir dessa altura que passamos a “existir”… Talvez daqui a alguns anos de pesquisa científica e com novas tecnologias se possa saber o momento exacto… Com estes dado haveria uma enorme revolução na forma como vemos as coisas. Para além da alteração nas datas de aniversário, implicaria uma enorme alteração nos dados relativos ao indicador demográfico – esperança média de vida, que iria ter um acentuado crescimento! 9 meses a mais para todos!!! – Bêtise!
E eis assim que chega mais um novo ano - 2010, ano do tigre – com o tradicional fogo-de-artifício e as tradições que caracterizam esta data.
Para muitos é um novo começo, um período de 365 dias, dos quais podemos tirar o máximo partido. Viver as mais variadas emoções, fazer o que há muito quisemos e traçar novos objectivos. E por excelência, o inicio do ano, a época ideal para estipular novas metas, cumprir as antigas, deixar certos vícios, mudar de atitude, conhecer novas pessoas, fazer algo de que nunca nos lembraríamos de fazer, resumindo ser original, criativo, e não ter medo da “novidade”.
Novo ano também é altura de balanços do ano que passou. Não custa muito pegar numa folha em branco de papel e irmos escrevendo, talvez ao longo do ano, ou no fim deste – aquilo que de mais importante fizemos, aquilo de que nos orgulhamos, aquilo que não devíamos ter dito ou feito e o que fazer para remediar. No fim de alguns anos, com estas “folhas em branco” todas reunidas e organizadas podemos lê-las e lembrarmo-nos de como éramos e se conseguimos melhorar. Além de mais, é uma viagem. Viajamos ao recordarmos momentos (por mais antigos que sejam) escritos, vividos, captados de qualquer forma … e … quem não gosta de viajar?
Estamos em Dezembro, um mês frio que marca o início do inverno (pelo menos, no hemisfério norte). Nada teria de especial, e talvez até passaria despercebido se não fossem as comemorações do Natal e do fim de ano. Para muitas pessoas esta é a melhor época do ano, ideal para confraternizar com os outros e partilhar carinho e amor. É uma excelente época para perdoar e fazer balanços de tudo o que aconteceu de bom e menos bom, traçando novos objectivos para o novo ano.
A quadra natalícia corresponde aos 12 dias que se situam entre o dia de Natal e o dia 6 de Janeiro, dia de Reis. Em contraste com a figura principal do Natal religioso – Jesus, no Natal profano as crianças sonham com a lenda do Pai Natal. Nos países nórdicos, existia a tradição de uma pessoa se vestir de “Inverno” e visitar as casas próximas oferendo comida e bebidas. Também se associou esta figura a São Nicolau, um bispo turco que ajudava pobres e crianças oferecendo-lhes presentes. Por muitas transformações e metamorfoses passou a figura do Pai Natal, a que hoje conhecemos deve-se á criatividade da Coca-Cola, que por volta de 1930 desenvolveu esta figura. Um velhote de barbas brancas, gordinho, alegre e que opta pelas cores vermelho e branco, foi assim que foi criada a publicidade, e assim se manteve até á actualidade. Nalguns países, os acompanhantes do Pai Natal, ou seja, as renas, têm nomes próprios, são eles: Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donder e Blitze. Posteriormente, acrescentou-se uma outra rena de nome Rodolph, que tem a particularidade de ter um nariz vermelho que brilha, logo ela é a rena que lidera no trenó, já que consegue iluminar o caminho.
A tradição da troca de presentes, para além da lenda dos Reis Magos, vem de muitos anos atrás. Com o aparecimento e desenvolvimento da agricultura, começaram a acumular-se excedentes de comida, e assim, quando nos meses mais rigorosos do Inverno estes começavam a esgotar-se, eram feitas trocas de comida entre as tribos. E eis uma das teorias que transformou a troca de presentes num dos principais costumes das festividades do solstício de Inverno.
Fala-se muito em insucesso a Matemática, Línguas Estrangeiras, Química... enfim, disciplinas em geral. “Mas caramba, porquê este insucesso á minha disciplina?!” Colocam a si próprios esta questão os professores. Ora, devemos fazer uma profunda análise a esta questão. Fazer o levantamento de todos os pormenores e detalhes; considerar todos os factores inerentes a cada caso; determinar o passado genético recorrendo ás mais avançadas técnicas e tecnologias. Bêtise! Para quê? Para quê tudo isto?! Basta escolher uma sala (de aula, e que de preferência não esteja vazia) e descobre-se o problema. Uma pessoa completamente “descontextualizada” (e no seu perfeito juízo) ao abrir essa fantástica porta, vai loque querer procurar um sítio mais tranquilo para aprender alguma coisa (ou fazer o que quer que seja). O que pode ver essa pessoa ao abrir a tal porta?
1- Poluição sonora (que palavra melhor para definir?!). Inclui o fantástico som de 10 conversas em simultâneo (excelente jogo de concentração), riso – o melhor som (depravado – o melhor timbre); esteria (inclui felicidade e alegria); sons tecnológicos – dedos a velocidades alucinantes teclando ao mesmo tempo em 2 telemóveis, um no bolso esq. E outro no drt. ; 15 músicas diferentes em todas as orelhas (uma por pessoa, já que a outra fica atentamente a escutar a aula).
2- Animação – “everybody put your hands up”! A actividade física tem que ter lugar nalgum sítio, certo? (já que em casa no computador não dá...) Beijinhos e manifestações de carinho – vá tenho que concordar que é super querido ver pessoas ver pessoas bem juntinhas... que fofinhos! 3 – Mensagens á antiga - Ah pois os papelinhos e bilhetinhos são cada vez mais raros, e por sua vez substituídos por técnicas mais avançadas; mas os alunos esforçam-se por manter esta tradição bem viva, registado mensagens de extrema importância em pedaços cuidadosamente arrancados do caderno...Phuffff... de que vale a pena continuar?! Nada disto é novidade para ninguém...
Agora pergunto, não seria melhor se a escola não fosse obrigatória? Melhor para todos quem não quer estar a enviar mensagens num sítio muito mais confortável com uma bebida num sofazinho ; não tem que ouvir sempre as mesmas conversas sobre “já têm idade para ter juízo” ou “ antigamente não era nada assim”. Os professores andavam muito mais contentes – menos testes para corrigir - consequente diminuição do horário de trabalho a favor da drástica descida do nº de alunos. E quem prefere saborear um bom momento de silêncio, poderia sentir-se saciado. Ai... que bom é sonhar....
Por vezes é tão bom regressarmos aos nossos tempos de infância... ver os albuns antigos com fotografias que nem seguer lembrávamo-nos que tinhamos, fazer algum jogo que adorávamos em crianças, ver os desenhos que faziamos... É fantástico ter memórias para recordar anos e anos depois, melhor ainda quando essas memórias são partilhadas com as pesssoas que mais gostamos. Ser uma criança feliz, é das melhores coisas pelas quais podemos, passar, quando temos o amor e a protecção dos nossos pais, temos tempo para brincar, dormir e rir... E o mais interessante é que só depois nos apercebemos que não deviamos ter tido tanta pressa em crescer, mas sim aproveitar cada momento...